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ACERVO DIGITAL

Faça uma visita pelo nosso Acervo Digital e conheça um pouco do material arquivado pelo CEDEP - Centro de Documentação e Educação Patrimonial - do Centro Cultural Cerâmica São Luiz. Uma ferramenta para acadêmicos e amantes da história.

Com apoio da Lei Audir Blanc, Prefeitura de Ribeirão Preto e Governo Federal,  e realização da Vivacidade.

          O Centro Cultural Cerâmica São Luiz abriga o CEDEP - Centro de Documentação e Educação Patrimonial. Dentre uma das atividades do CEDEP está a formação e manutenção de um acervo de documentos, imagens e outros artefatos que compõem registros do Patrimônio Cultural de Ribeirão Preto (SP). Nesta seção você poderá acessar alguns arquivos digitalizados do Acervo Histórico do CEDEP, bem como conteúdos formativos na área de Patrimônio Cultural. Todo o conteúdo pode ser utilizado para pesquisas acadêmicas, conhecimento pessoal e até mesmo em sala de aula. Aproveite! 

           A primeira etapa de digitalização do Acervo Histórico tem apoio da Lei Audir Blanc, da Prefeitura de Ribeirão Preto e do Governo Federtal. 

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Visita Virtual
Acervo Digital
Conteúdo Formativo
[Bate-papos]
Preservação de Patrimônio em Sala de Aula
Uma Conversa Sobre Direito à Cidade e à Memória (Dias 1 e 2)
Como cuidar da Cerâmica?
Conheça mais sobre o Centro Cultural e o Acervo Digital
[Série: E Se Esse Patrimônio Fosse Meu]
Praça Coração de Maria | Cemitério da Saudade |
Estação BarracãoCasarão Camilo de Mattos
Casarão Jorge Lobato | Edifício Diederichsen
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VISITA VIRTUAL
 
CONTEÚDO FORMATIVO
PRESERVAÇÃO DE PATRIMÔNIO DENTRO DE SALA DE AULA
 

      Bate-papo sobre como utilizar conteúdos ligados à preservação do patrimônio em sala de aula com as convidadas:

Mônica Jaqueline de Oliveira,
Arte-educadora, graduada em História pelo Centro Universitário Barão de Mauá – RP, professora de Educação Infantil da Rede Municipal de Educação de Ribeirão Preto (2012 – Atualmente). Desenvolve projetos de pesquisa e formação de professores nas áreas de Patrimônio Cultural, Diversidade Ético-racial, Diversidade de Gênero e Sexual e trabalha com o tema ODS – Agenda 2030 (para a Educação Infantil) nas Secretarias Municipais de Cultura e Educação de Ribeirão Preto. Diretora Administrativa do Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais – IPCCIC, Chefe da Divisão de Patrimônio Cultural de Ribeirão Preto.

 

Nainora Maria Barbosa de Freitas,
Historiadora, professora do Centro Universitário Barão de Mauá e do Centro de Estudos da Arquidiocese de Ribeirão Preto. Membro da Academia Ribeirão pretana de Educação.

COMO CUIDAR DA CERÂMICA?
 

     A Vivacidade te convida para o bate-papo online "Como Cuidar da Cerâmica?". A conversa será conduzida pela historiadora Monica Oliveira. Serão apresentadas as melhores formas de se ocupar um patrimônio histórico com atividades e manter sua manutenção e conservação em dia. Este papo faz parte do projeto Digitalização do Acervo Histórico do CEDEP e tem recursos do PROAC e realização da Vivacidade, Oriri Agência Cultural, Estado de São Paulo e Governo Federal.

UMA CONVERSA SOBRE DIREITO À CIDADE E À MEMÓRIA - DIAS 1 E 2
 

      Neste papo, o público poderá assistir 6 episódios da websérie “E Se Esse Patrimônio Fosse Meu” que mostra diferentes espaços que formam o Patrimônio Cultural de Ribeirão Preto. Os vídeos serão comentados pela historiadora Tânia Registro e o historiador Vinícius Barros.

      No dia 01 são exibidos ao público os episódios Praça Coração de Maria, Edifício Diederichsen e Casarão Jorge Lobato. Já no dia 23, os episódios serão Estação Barracão, Casarão Camilo de Mattos e Cemitério da Saudade.

      “Criamos esta série com o intuito de levar à população mais informações sobre estes lugares, que muitas vezes convivemos diariamente e não sabemos de sua importância”, disse Renato Vital, presidente da Vivacidade.

      Além de atender ao espectador, a série “E Se Esse Patrimônio Fosse Meu” também funciona como um laboratório para estudantes das áreas de História, Arquitetura e Audiovisual. “Durante a produção dos episódios, tivemos a participação de universitários de diferentes áreas. Assim, eles puderam desenvolver seu estágio obrigatório e ainda ter uma experiência profissional de intercâmbio de saberes”, conta Vital.

 

      O evento disponibilizou certificado de participação ao final da programação. “Queremos incentivar a participação dos universitários”, diz.

SÉRIE: E SE ESSE PATRIMÔNIO FOSSE MEU
PRAÇA CORAÇÃO DE MARIA
 

           A Vila Tibério foi um dos primeiros bairros formados em Ribeirão Preto. O ponto de encontro de imigrantes, moradores e pessoas que trabalhavam para a formação do bairro é a Praça Coração de Maria. Ao seu entorno, ainda encontramos dois prédios fundamentais para o desenolvimento da Vila, a Escola Estadual Sinhá Junqueira e a Matriz Nossa Senhora do Rosário. Quer conhecer um pouquinho? Dê o play em mais um episódio da série "Se Esse Patrimônio Fosse Meu".

      O episódio Praça Coração de Maria integra o projeto OCUPAR É PRESERVAR - 14 Anos de Centro Cultural Cerâmica São Luiz - apresentado pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria do Estado de Cultura e Vivacidade, contemplado no PROAC - Território das Artes - Módulo II.

ERRATA:
      No segundo 0:34 do vídeo, a entrevistada cita a Segunda Guerra Mundial, porém querendo dizer Primeira Guerra Mundial. Nainora de Freitas é Historiadora e não Historiadora da Arte como mostrado no vídeo

CEMITÉRIO DA SAUDADE
 

      Através de suas quadras, ruas e avenidas, o Cemitério da Saudade pode nos ensinar sobre o passado e presente de Ribeirão Preto. Sua fundação, em 1893, simboliza a chegada do Estado Laico à República Brasileira como o primeiro cemitério público do município. Neste episódio da web-série "E Se Esse Patrimônio Fosse Meu", nós te convidamos a ter um novo olhar sob este espaço tão importânte para a história de nossa cidade.

      O episódio Cemitério da Saudade integra o projeto OCUPAR É PRESERVAR - 14 Anos de Centro Cultural Cerâmica São Luiz - apresentado pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria do Estado de Cultura e Vivacidade, contemplado no PROAC - Território das Artes - Módulo II.

ESTAÇÃO BARRACÃO
 

      Com o fim da escravidão, inicia-se um processo cruel de embranquecimento da população trabalhadora no Brasil. Em Ribeirão Preto, a Estação Barracão recebeu milhares de imigrantes que vinham da Europa em busca de uma nova vida. Além disso, o espaço também representa os tempos áureos das ferrovias em nossa cidade, meio de transporte que poderia contribuir muito para a mobilidade urbana nos dias de hoje.

      O episódio Estação Barracão integra o projeto OCUPAR É PRESERVAR - 14 Anos de Centro Cultural Cerâmica São Luiz - apresentado pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria do Estado de Cultura e Vivacidade, contemplado no PROAC - Território das Artes - Módulo II.

EDIFÍCIO DIEDERICHSEN
 

  Moradores, comerciantes e inquilinos do Edifício Diederichsen terão de deixar suas casas e espaços de trabalho da noite para o dia. Sem aviso prévio ou conversa, a notícia foi dada por meio de uma reportagem de jornal e logo após começaram a chegar as cartas de despejo. Construído na década de 30, o prédio simboliza o início da modernização e industrialização de Ribeirão Preto.

      Seu antigo dono, o alemão Antônio Diederichsen, deixou um pedido em seu testamento, que o edifício sempre mantivesse seu caráter de uso misto e preços populares de aluguel. Neste triste episódio da séria Se Esse Patrimônio Fosse Meu, vemos um pedido de socorro da história da nossa cidade. 

CASARÃO CAMILO DE MATTOS
 

      A série ''Se esse patrimônio fosse meu?'' realizada pelo Centro de documentação e educação patrimonial da Ong VIVACIDADE, tem como objetivo mapear e documentar os atuais Patrimônios tombados da cidade e suas atuais conjunturas através de Pesquisadores e entrevistados.
      Este episódio, apresenta o Palacete Camilo de Mattos, localizado na rua Duque de Caxias, 625, na região central da cidade marcando um dos mais importantes imóveis ainda remanescentes do período cafeeiro em 1920 sua respectiva data de edificação.

CASARÃO JORGE LOBATO
 

            Conhecido durante anos como o casarão dos gatos, devido ao grande abandono de animais no local, o Casarão Jorge Lobato foi construído na década de 20 e desde o ano passado passa por restauro. Atualmente aberto para visitação do público, o imóvel tombado fez parte de mais um episódio da série Se Esse Patrimônio Fosse Meu, produzida pelo CEDEP - Centro de Documentação e Educação Patrimonial.